quarta-feira, 15 de maio de 2013

BRINCANDO COM A SERPENTE

video
Isso é normal no oriente médio, a serpente em muitos países são tratadas como um animal de estimação, igual como fosse os cachorros, gatos que temos no nosso país, esse vídeo mostra uma criança bricando com uma serpente, eu pelo que vejo no vídeo, alguém deve ter arrancando as presas da serpente, porque se uma serpente dessa pica uma pessoa, a morte é certa, não sei mais que esse vídeo é interessante isso é, duvido que muita gente teria a coragem que essas crianças tem. hahahaha

segunda-feira, 13 de maio de 2013

PORTÕES PARA O INFERNO

6 portas para o inferno = Vulcão Masaya, caverna Xibalba, caverna Hade, vulcão Hekla, vulcão Erta Ale, purgatorio de S. Patricio



quarta-feira, 8 de maio de 2013

EX-MINISTRO DE DEFESA DO CANADÁ RECONHECE AO MENOS 4 ESPÉCIES DE SERES EXTRATERRESTRES NA TERRA


 O vídeo foi gravado na audiência pública sobre a revelação dos ufólogos (UFOs). Esta audiência aconteceu em Washington, nos Estados Unidos, do dia 29 de abril a 3 de maio de 2013. Um dos convidados foi Paul Hellyer, ex-ministro da Defesa do Canadá. Existem alguns trechos importantes nas declarações feitas por Paul Hellyer, que esteve à frente do ministério da defesa canadense por 23 anos, durante três diferentes governos. O site Ipitanga.com traduziu alguns trechos fundamentais das declarações de Paul Hellyer e disponibilizou em matéria publicada nesta segunda (6). Aos 2 minutos e 20 segundos, o ex-ministro diz que os “UFOs são tão reais quanto os aviões voando sobre as nossas cabeças”. “Esta foi a minha declaração, o que me deu a chance de ser o primeiro líder de primeiro escalão no mundo a fazer esta declaração de uma maneira clara e inequívoca”, afirma Paul Hellyer. Ele continua dizendo que “reconhece ao menos 4 espécies diferentes convivendo conosco neste momento no mundo”. “Há ETs vivos na terra neste momento, e pelo menos dois deles trabalham com o governo dos Estados Unidos”.

O vídeo continua e Paul Hellyer diz que o seu interesse é fazer uma revelação completa, ou pelo menos de 98% dos fatos conhecidos. “Do mesmo modo que as crianças estão preparadas para em algum dia perceberem que há ilusões que não existem, como a fada-do-dente, os adultos que pagam impostos devem ser considerados preparados para entender esta nova realidade de que vivemos num cosmo cheio de vida, o qual compartilhamos com várias outras espécies”, completa. Para ele, o fato de que outras espécies são mais avançadas do que nós [humanos] pode nos exigir humildade, mas pode ser um passo importante para a nossa sobrevivência. “Temos um sistema econômico terrivelmente tolo no ocidente hoje, e o congresso dos Estados Unidos tem parte da responsabilidade por isso, terei prazer em elaborar mais o assunto caso tenham interesse em ouvir”.


segunda-feira, 6 de maio de 2013

AUTO-MUTILAÇÃO, UMA DOENÇA DOLOROSA.

A automutilação ou auto-lesão estão associadas a um distúrbio psicológico chamado de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), classificada pelo psicanalista Adolph Stern nos anos 30, como uma patologia entre a neurose e psicose que geram uma disfunção no metabolismo cerebral, desintegrando o ego gerando um sentimento de perda desesperador.


Automutilação refere-se a comportamentos onde demonstráveis feridas são auto-infligidas. Uma crença comum diz que esse é um método de busca de atenção, entretanto, na maioria dos casos esse fato é equivocado. A maioria das pessoas que se automutilam estão bastante conscientes de suas feridas e cicatrizes, e tomam atitudes extremas para esconde-las dos outros. Eles podem oferecer explicações alternativas para suas feridas, ou tampar suas cicatrizes com roupas. Automutilação, nesses indivíduos, não está associada ao suicídio ou para-suicídio. A pessoa que se automutila não está, usualmente, querendo interromper sua própria vida, mas sim usando esse comportamento como um modo de cooperação para aliviar dor emocional e desconforto.

 Perfil do automutilador

O automutilador tende a ter grandes dificuldades para se expressar verbal ou emocionalmente, portanto, não consegue falar publicamente sobre suas angustias nem chorar diante de outras pessoas. Há relatos de pessoas que com o passar do tempo sentem-se incapazes de chorar até mesmo quando estão sozinhas. Essa dificuldade de expressão acaba, em muitos casos, sendo um forte fator que desencadeia o comportamento automutilador. Alguns indivíduos afirmam que escrever (textos, poemas, contos, músicas, etc.) lhes parece de grande ajuda, como uma forma de expressar suas emoções, o que não conseguem fazer de outras formas. Desse modo, a necessidade de se automutilar diminui significantemente.

Não possui amor próprio e usualmente define a sí mesmo como sendo "um lixo humano, uma criatura insuficiente e fracassada, que não tem direito de conviver com os demais". Desse modo, alguns tendem a se afastar da familia e dos amigos, buscando poupa-los do mal, que presumem ser, a sua presença. Com o tempo, se veem executando sozinhos, atividades que costumava fazer em grupo.

Geralmente afirma automutilar-se com a intenção de interromper uma dor emocional muito forte. A maioria alega se tratar "de uma espécie de troca, da dor física pela dor emocional", afirmam. Além disso, vários automutiladores se ferem também como uma forma de punição, por se sentirem insuficientes e fracassados, "Um lixo humano", como eles próprio se definem. Dentre outras razões. Todos eles descrevem o desejo automutilador como algo incontrolável, como um vício do qual, ainda que queiram, não conseguem se libertar.

Logo após uma crise, em que o automutilador fere o próprio corpo ou apresenta qualquer outro comportamento autoagressivo, o sentimento que permanece é, geralmente, de culpabilidade. O indivíduo geralmente chora muito e a sensação de fracassso é extrema.

Possui extrema dificuladade em falar sobre sí mesmo, principalmente sobre a doença.

Constantemente se descobre buscando feridas ou cicatrizes nos pulsos de outras pessoas, talvés como uma forma de não sentir-se tão só.

Alguns abandonam qualquer tipo de atividade em que seja necessária a exibição do corpo, como ir a praia ou a um clube, para que suas feridas e cicatrizes permaneçam ocultas e, desse modo, não tenham que falar sobre o problema nem corram o risco de serem impedidos de praticá-lo.

Não possui qualquer espectava com relação ao seu futuro, pois se considera incapaz de alcançar qualquer coisa realmente boa. Razão pela qual se surpreende muito quando alcança grandes feitos, como passar no vestibular ou conquistar o amor incondicional de alguém que lhes interesse. Ainda que acontecimentos do gênero lhe seja de grande benefício, não são o bastante para que abandone as práticas autoagressivas. O que o retorna á mesma falta de espectativas a respeito da vida.

Quando o indivíduo consegue superar a doença, o primeiro problema com que se depara é a sensação de vazio. Muitos ex-automutiladores afirmar que se tornaram incapazes de qualquer sentimento comum ao ser humano, como ódio, raiva, indignição, medo, insegurança, alegria, amor, etc. Sentem-se apáticos e desinteressados com relação a qualquer assunto que os rodeie. "Se alguem morresse do meu lado, eu não daria a mínima", afirmam. Essa sensação tem sido observada em vários indivíduos, porém, não se extende por muito tempo. Ainda que tenha alguma recaída, o ex-automutilador tende a sentir cada vez menos falta do comportamento autoagressivo e, com o tempo, o abandona completamente.

A busca por essa sensação de alívio é o motivo mais comum para a automutilação, segundo a psiquiatra, mas algumas pessoas fazem isso para se castigar e outras como artifício para chamar a atenção de familiares. Esses casos de carência, no entanto, são raros. "As pessoas que se automutilam sabem que esse comportamento não é aceito pela sociedade e, assim, agem em segredo", diz Jackeline. É isso que impossibilita muitas pessoas de contar para a família e, principalmente, procurar ajuda sozinhas.



 Formas de automutilação

Uma forma comum de automutilação (AM) envolve fazer cortes na pele dos braços (comumente o pulso esquerdo), pernas, abdômen, coxas, etc. O número de métodos automutilantes se restringe à criatividade do individuo. Os locais de lesão são, geralmente, áreas escondidas de uma possível detecção por outras pessoas.

Exemplos de formas de automutilação, além de se cortar:

Esmurrar-se, chicotear-se
Enforcar-se por alguns instantes
Morder as próprias mãos, lábios, língua, ou braços
Apertar ou reabrir feridas (Dermatotilexomania)
Arrancar os cabelos (Tricotilomania)
Queimar-se, incluindo com cigarro, produto químicos (por exemplo, sal e gelo)
Furar-se com agulhas, arames, pregos, canetas
Beliscar-se, incluindo com roupas e clips para papel
Ingerir agentes corrosivos, alfinetes
Envenenar-se, medicar-se (por exemplo, exagerar na dose de remédios e/ou álcool), sem intenção de suicídio.
Auto-lesão entre indivíduos com distúrbios de desenvolvimento (por ex., autismo, retardamento, inteligência limítrofe) envolve, geralmente, ações relativamente simples, tais como bater a própria cabeça contra a parede, esmurrar superfícies duras e morder-se. É comum desenvolverem pica, que corresponde a um transtorno onde o afetado engole substâncias/objetos que não são comestíveis.

 Possíveis Causas

A automutilação é usualmente associada ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), porém, grande parte dos automutiladores não sofrem desse transtorno de personalidade. A doença tem acometido cada vez mais pessoas e, nos dias atuais, tem sido observada sua crescente associação a problemas como Depressão, Transtorno Bipolar, Síndrome do pânico, Bulimia, Anorexia, Bulling, dentre outros.

 Tratamento

Muitos tipos específicos de psicoterapia para TPB foram desenvolvidos nos últimos anos. Os estudos (limitados) já registrados não confirmam a eficácia desses tratamentos, mas pelo menos sugerem que qualquer um deles pode resultar em alguma melhora. Terapias individuais simples podem, por si mesmas, melhorar a auto-estima e mobilizar as forças existentes nos borderlines. Terapias específicas podem envolver sessões durante muitos meses ou, no caso de transtornos de personalidade, muitos anos.

Psicoterapias são frequentemente conduzidas com indivíduos ou com grupos. Terapia de grupo pode ajudar a potencializar as habilidades interpessoais e a autoconsciência nos afetados pelo TPB.


sexta-feira, 3 de maio de 2013

VISITA AO INFERNO

Clifford Hoyt, 31 anos, sofreu ferimentos graves em um acidente de automóvel em 1999. Depois que ele recuperou a consciência, ele disse a uma enfermeira aterrorizada que ele havia morrido e visitou o inferno! Ele falou sobre as torturas e angústia que ele experimentou em detalhe assustador. Ele se recusou tratamento psicológico e foi liberado. Várias semanas depois, os vizinhos Hoyt se queixaram do seu senhorio que estranha música estava tocando em seu apartamento em todas as horas da noite. Ao investigar, o proprietário do edifício encontrado Clifford nesta condição.


 O mesmo estava bastante lúcido e protestou quando o proprietário tentou chamar a polícia.

Preocupado com os danos causados ​​à sua propriedade, ele tirou fotos do apartamento, do qual a imagem acima é um exemplo. Ele saiu e contactado o Sr. Hoyt família, que contatou autoridades. Clifford afirmou que os demônios do inferno ainda estavam tentando capturá-lo. Ele explicou que seu corpo iria queimar incessantemente a menos que ele tocava música para assustar os demônios de distância. Ele só iria sair de casa por curtos períodos de tempo para chegar suprimentos mínimos, incluindo grandes blocos de gelo para aliviar a queimadura que sentiu enquanto tentava dormir. médicos atribuem ações Clifford a danos cerebrais sofridos no acidente. Ele atualmente reside em uma clínica de reabilitação mental em Maryland.

Qual é a verdade?
A imagem é preocupante. O homem nu deitado no chão com um bloco de gelo no braço é, um teclado e microfone para assustar os demônios. Esta história se passa em torno da internet por um tempo. No entanto ninguém sabe mais do que isso. Não há outras imagens, não há outros detalhes. Então, ele faz parecer uma lenda urbana. A possibilidade de que ele é insano é quase inquestionável. Mas existe um inferno? É possível que ele visitou o inferno e voltou? Pode assustar demônios com música? Mensagens futuras irão explicar estas perguntas!


Será uma loucura da cabeça dele ? será que fala a verdade ? tomará que seja loucura da cabeça dele hehehehehehe


quinta-feira, 2 de maio de 2013

KEPLER 62 UM SISTEMA SOLAR COM DUAS TERRAS?


Cerca de 1.200 anos-luz de distância da Terra, cinco planetas estão orbitando uma estrela semelhante ao Sol, na constelação de Lyra, dois dos quais estão fortuitamente localizados na zona habitável, região que permite a existência de água no estado líquido em sua superfície, uma condição necessária para a vida como a conhecemos.

A descoberta, realizada por cientistas que utilizaram o telescópio espacial Kepler, da NASA, é a mais forte evidência de um planeta do tamanho da Terra existente na chamada zona habitável de uma estrela.

“Estamos particularmente satisfeitos por descobrir que existem dois planetas na mesma zona habitável,” disse William Borucki, cientista da NASA. “Isso dobra nossas chances de encontrar um planeta como a Terra nesse sistema solar. Quando pensamos sobre o nosso, se Marte fosse um pouco maior, e Júpiter não estivesse tão perto, teríamos dois planetas na zona habitável e talvez teríamos um outro mundo para morar.

Os planetas recém-descobertos são o par mais externo circundando uma estrela conhecida como Kepler-62. O planeta mais distante, Kepler-62F, é 1,4 vezes maior do que a Terra e orbita sua estrela em 267 dias. O outro planeta, Kepler-62e, é 1,6 vezes maior que a Terra e orbita sua estrela a cada 122 dias.

Para descobrir um exoplaneta, o Kepler analisa seu trânsito em frente á estrela, proporcionando uma variação no brilho que pode ser detectada pelos instrumentos do telescópio.

“Temos no momento milhares de candidatos a planetas”, disse Borucki. “Você escolhe um, gasta muito tempo e esforço para estudar esse determinado mundo, e isso é uma tarefa demorada”.

Os cientistas ainda não confirmaram os mundos Kepler-62. O observatório não tem funcionado por tempo suficiente para confirmar os trânsitos de quaisquer planetas com períodos orbitais mais longos.

CASOS REAIS DE POSSESSÃO DEMONÍACA


                                          A posseção demoníaca é algo triste, polêmico e assustador. No qual um indivíduo é possuído e controlado involuntariamente por um demônio. Já o exorcismo designa o ritual executado por uma pessoa devidamente autorizada para expulsar os espíritos malignos (demônios) de outra pessoa que acredite estar num estado de possessão demoníaca.

Muitos não acreditam em nada disso, acham que os possuídos não passam de loucos, doentes mentais. Mas é difícil achar explicação para tantos casos existentes por aí e de vez em quando um ritual destes é exatamente o que a pessoa precisa

Como eu acho o assunto bem interessante, resolvi fazer um post mostrando a vocês os casos mais conhecidos de possessão demoníaca de que se tem notícia. Tome coragem e confira:

"Robbie Manhein"

  O filme "O Exorcista" (1973) foi inspirado em um caso real, não envolvendo uma garotinha de 12 anos, mas um menino de 13. Até hoje, ninguém sabe o seu nome real. Ficou conhecido como Roland Doe (algo como "sicrano de tal" em inglês) ou Robbie Manhein, pseudônimo dado pelo escritor Thomas Allen, em seu livro Possessed. Ele nasceu em 1936, em Cottage City (EUA),  numa família luterana e muito religiosa. Era muito apegado a sua tia Herriet, que era fascinada com o mundo espiritual e gostava de mexer com a tábua de Ouija (o equivalente a nossa brincadeira do copo). Quando ela morreu, em 1949, o menino tentou contatá-la usando o tabuleiro, o que teria atraído o demônio.

Ele começou a ouvir barulhos estranhos, objetos levitavam e camas se moviam quando o garoto estava nelas. Palavras como "hell" (inferno) e "evil" (mal) apareciam inexplicavelmente em sua pele, além disso, Robbie urinava e defecava em qualquer lugar e sua voz estava macabramente alterada. Um pastor luterano tentou realizar o primeiro exorcismo. Depois, veio um sacerdote da Igreja Episcopal. Quando ambos falharam, a família apelou para padres jesuítas. Pelo menos quatro se arriscaram. Violento, o menino quebrou o nariz de um deles.

Depois de cerca de 30 rituais em 2 meses, os padres acharam que tinham vencido o capeta. Um barulho muito forte como um trovão ou o disparo de uma arma ecoou pelas paredes do quarto. O garoto então teria declarado: "acabou, acabou". Apesar de tudo, Robbie teve uma vida normal: casou-se, foi pai e avô.

Clara Germana Cele

Nascida na África do Sul em 1890, foi parar ainda bebê num orfanato católico da cidade de Natal. Foi batizada pelos religiosos que cuidavam do lugar, levando uma vida normal até os 16 anos, quando o bicho começou a pegar, literalmente! Acontecimentos inexplicáveis começaram a afetar a garota e as pessoas que conviviam com ela. Mais tarde, ela viria a confessar a um padre que fez um pacto com Satanás (por motivos que até hoje não estão claros) e que essa teria sido a causa de seu tormento.

Segundo as freiras do orfanato, clara tornou-se incontrolável e passou a demonstrar força descomunal. Era capaz de agarrar as religiosas e jogá-las longe ou então dava surras terríveis nelas. Seus gritos assustadores pareciam o de um bando de animais selvagens, de acordo com as freiras. Mesmo com pouca educação formal, Clara desenvolveu a estranha capacidade de entender várias línguas, como francês e polonês. Também teria demonstrado clarividência, sabendo segredos e pecados de pessoas com as quais nunca tinha tido contado. Há relatos até de que teria levitado.

O ritual de exorcismo foi conduzido pelo padre Erasmos e pelo diretor espiritual do orfanato. Conta-se que, ao receber água benta, a moça recobrava a consciência momentaneamente. Clara chegou a tentar estrangular um dos sacerdotes com a estola que ele usava. Após dois dias de trabalho, os padres conseguiram esconjurar a entidade, o exorcismo foi um sucesso.

Anneliese Michel

Anneliese Michel serviu como base para o longa "O Exorcismo de Emily Rose" mas a história sofreu várias adaptações. Enquanto, na ficção a protagonista era americana, anneliese nasceu em 1952 em Leiblfing, na Baviera, região mais católica da Alemanha e terra natal do papa Bento XVI. Ela e toda sua família eram muito religiosos.

Na adolescência, Anneliese começou a ter fortes convulsões e foi diagnosticada com epilepsia associada à esquizofrenia. Iniciou-se um tratamento intensivo, que durou um ano. Supostamente  recuperada, Anneliese  completou o segundo grau, e ingressou numa universidade, mas os estudos foram interrompidos.


 Anneliese Michel  começou a ter visões assustadoras de faces demoníacas enquanto, ajoelhada, dedicava uma prece ao Senhor. Vozes invadiam os seus ouvidos com promessas terríveis, dizendo que ela queimaria para sempre no inferno. As vozes e visões demoníacas se tornaram cada vez mais constantes e opressoras. Anneliese assumira um comportamento agressivo. Consta que a moça  “insultava, espancava e mordia os outros membros da família, além de dormir sempre no chão e se alimentar com moscas e aranhas, chegando a beber da própria urina. Anneliese podia ser ouvida gritando por horas em sua casa, enquanto quebrava crucifixos, destruía imagens de Jesus Cristo e lançava rosários para longe de si. Ela também cometia atos de auto-mutilação, tirava suas roupas e urinava pela casa com freqüência”. Frustrada, a família de Anneliese se revoltou contra os médicos e os remédios, já que, aparentemente, não faziam efeitos. A família passou então a atribuir a doença à ação do diabo e buscaram o auxílio da Igreja.

Foram 67 seções,  de até quatro horas, durante dez meses, realizadas uma ou duas vezes por semana. Durante as sessões, Anneliese, muitas vezes, “tinha que ser segurada por até três homens ou, em algumas ocasiões, acorrentada”. Argumenta-se que ela “lesionou seriamente os joelhos em virtude das genuflexões compulsivas que realizava durante o exorcismo”.

Anneliese parou de tomar seus remédios e passou a se alimentar cada vez menos. Ela morreu em 1976, dormindo. A autópsia considerou a causa de sua morte por falência múltipla dos órgãos, devido o seu estado avançado de desnutrição e desidratação. Nesse dia o seu corpo pesava apenas 30 kg. A justiça alemã condenou os pais e os padres por homicídio culposo (quando não há a intensão de matar). A pena foi de 6 meses de prisão, mas depois acabou sendo suspensa.

Anneliese teria relatado um no qual  dialogara com a Virgem Maria. A mãe de Jesus teria proposto à jovem a seguinte escolha: liberar-se, em proveito próprio, do terrível jugo demoníaco,  ou continuar imersa no dolososo martírio, mas em nome da fé cristã.  Anneliese teria escolhido a segunda opção, pois assim ela seria um público exemplo de que os demônios existem e de que ele é capaz sim, de exercer toda a sua maldade nas pessoas. Essa escolha serviria de aviso a toda a humanidade de que o demônio existe e que nos ronda a todos, e que e por isso, elas deveriam sempre rezar e jamais perder a fé.

Foto de Anneliese Michel antes da possessão
Esse vídeo tem o áudio do exorcismo de Anneliese Michel. Tem coragem?

Fonte: monteolimpoblog